História

A primeira capelinha foi mandada construir pelo Pe. João Becker, aos 24 de Junho de 1927. Em 09 de Junho de 1939, foi confiada à Província de São Pedro dos Padres Carlistas, na pessoa do Pe Rinaldo Zanzotti, tendo a missão de atender ao migrante.
Desde o dia 23 de Março de 2014, está sob a direção do Pe. Antonio Bortolamai, contando com o auxilio dos Padres do Seminário. A Paróquia conta com muitos leigos, engajados e divididos em pastorais e movimentos, que atendem as pessoas da comunidade em diversos trabalhos e atividades.
Integram a Paróquia as Comunidades: Cond. Cristal, Cristo Operário (Monte Cristo), Nossa Senhora das Graças (Campo Novo), Nossa Senhora do Horto ( Kanasawa), Santa Edwiges (JD Vila Nova), São Francisco de Assis (Cohab), São João Calábria, João Batista Scalabrini (Morro Quente) e Hosp. Vila Nova.


sexta-feira, 5 de junho de 2015

Votos Seminaristas- 31 de maio de 2015

      Dia 31 de Maio de 2015, Os seminaristas: Salmom, Bienvenu e Constant, fizeram os votos de Pobreza, Castidade e Obediência. e partem para novas missões.
     Mas também chegam ao seminário, cinco jovens: Rivaldário, Gabriel, Reagan, Jonathan e Sales, que  durante um ano, estudam no Seminário de Guadalupe.
     O Padre Diógenes, que até então estava no Seminário, irá para o Seminário de São Paulo e para Porto alegre, retorna o Padre Adilson, que segue acompanhando os jovens.
Neste dia, foi apresentado o padre Olivo Antonio Baldi, que juntamente com Padre Antonio irá atuar em nossa Comunidade.
   A celebração contou com a presença de outros padres a do superior Geral, Padre Agenor.
   Após a celebração, houve uma almoço de confraternização no salão paroquial.













quinta-feira, 4 de junho de 2015

Nossa Senhora de Caravaggio

Aparição acontece em meio a divisões

A história relatada abaixo é atribuída à fé católica. O município de Caravaggio, terra da aparição, se encontrava nos limites dos estados de Milão e Veneza e na divisa de três dioceses: Cremona, Milão e Bérgamo. Ano de 1432, época marcada por divisões políticas e religiosas, ódio, heresias, assolada por bandidos e agitada por facções, traições e crimes. Além disso, teatro da segunda guerra entre a República de Veneza e o ducado de Milão, passou para o poder dos venezianos em 1431. Pouco antes da aparição, em 1432, uma batalha entre os dois estados assustou o país.
Neste cenário de desolação, às 17 horas da segunda-feira, 26 de maio de 1432, acontece a aparição de Nossa Senhora a uma camponesa. A história conta que a mulher, de 32 anos, era tida como piedosa e sofredora. A causa era o marido, Francisco Varoli, um ex-soldado conhecido pelo mau caráter e por bater na esposa. Maltratada e humilhada, Joaneta Varoli colhia pasto em um prado próximo, chamado Mezzolengo, distante 2 km de Caravaggio.
Entre lágrimas e orações, Joaneta avistou uma senhora que na sua descrição parecia uma rainha, mas que se mostrava cheia de bondade. Dizia-lhe que não tivesse medo, mandou que se ajoelhasse para receber uma grande mensagem. A senhora anuncia-se como “Nossa Senhora” e diz: “Tenho conseguido afastar do povo cristão os merecidos e iminentes castigos da Divina Justiça, e venho anunciar a Paz”. Nossa Senhora de Caravaggio pede ao povo que volte a fazer penitência, jejue nas sextas-feiras e vá orar na igreja no sábado à tarde em agradecimento pelos castigos afastados e pede que lhe seja erguida uma capela. Como sinal da origem divina da aparição e das graças que ali seriam dispensadas, ao lado de onde estavam seus pés, brota uma fonte de água límpida e abundante, existente até os dias de hoje e nela muitos doentes recuperam a saúde.
Joaneta, na condição de porta-voz, leva ao povo e aos governantes o recado da Virgem Maria para solicitar-lhes – em nome de Nossa Senhora – os acordos de paz. Apresenta-se a Marcos Secco, senhor de Caravaggio, ao Duque Felipi Maria Visconti, senhor de Milão, ao imperador do Oriente, João VIII Paleólogo, no sentido de unir a igreja dos gregos com o Papa de Roma. Em suas visitas, levava ânforas de água da fonte sagrada, que resultavam em curas extraordinárias, prova de veracidade da aparição. Os efeitos da mensagem de paz logo apareceram. A paz aconteceu na pátria e na própria Igreja (veja Concílio de Basileia-Ferrara-Florença).
Até mesmo Francisco melhorou nas suas atitudes para com a esposa Joaneta. Sobre ela, após cumprida a missão de dar a mensagem de Maria ao povo, aos estados em guerra e à própria Igreja Católica, os historiadores pouco ou nada falam. Por alguns anos foi visitada a casa onde ela morou que, com o tempo desapareceu no anonimato.

Dia 30 de maio, na celebração das 17h, foi realizada a 
Coroação de Nossa Senhora, com as crianças e jovens da catequese.
Coroada como Mãe de Jesus, nossa Mãe e Mãe da Igreja.











sexta-feira, 10 de abril de 2015

Semana Santa 2015

QUINTA-FEIRA SANTA

Pela manhã, na Catedral, realiza-se a bênção e a consagração dos óleos para a celebração dos Sacramentos pelo Povo de Deus animado pelo Espírito Santo. Os óleos são usados na maioria dos Sacramentos: Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordem. É o Espírito que forma o Corpo místico de Cristo.
Na Missa vespertina da Ceia do Senhor dá-se especial realce ao mistério da Eucaristia. No centro de tudo está o Mandamento da Caridade, significado pelo lava-pés (cL Ev., Jo 13,1-15). Mas ele se realiza de maneira forte na Eucaristia, no Corpo dado e no Sangue derramado. Para que, através da Eucaristia, a Igreja se torne sacramento de unidade na caridade, instituindo o Sacerdócio.












 


















SEXTA-FEIRA SANTA

Neste dia não há rito de bênção e envio. Cada participante é convidado a permanecer com Maria junto ao sepulcro, meditando a Paixão e Morte do Senhor até que, após a solene Vigília em que espera a ressurreição, se entregue às alegrias da Páscoa, que transbordarão por cinqüenta dias.
Iniciamos este dia com a Via sacra das turmas de catequese. Às 15h, a Celebração de Morte do Senhor e às 19h, procissão do Cristo Morto.

 



 

 

 






















 

















































 






































SÁBADO SANTO

A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo a tradição.
O conteúdo fundamental da Noite: a Páscoa do Senhor, a sua passagem da Morte à Vida.
Porém a Páscoa de Cristo é também a nossa Páscoa: "na morte de Cristo nossa morte foi vencida e em sua ressurreição ressuscitamos todos".
 A comunidade cristã se sente integrada, "contemporânea da Passagem de Cristo através da morte à vida".
É a celebração da benção, do fogo, da luz e da água.